Quando comecei a escrever para este blog minha intenção não era ficar tanto tempo sem postar textos. Queria muito ter mantido uma regularidade. Mas condições alheias às minhas vontades me impediram de fazer isso. Só que recentemente descobri algo que me fez parar pra pensar, refletir e compartilhar com o mundo o novo momento da minha vida: vou ser mãe!
Sempre quis muito ser mãe. Desde criança. Eu brincava com as outras crianças tranquilamente, mas quando aparecia uma mulher com um nenê eu ficava hipnotizada, queria chegar perto, pegar, queria cuidar a todo custo. Acho que devo ter judiado das minhas primas quando era criança...
Em uma época não muito feliz de minha vida, cheguei a achar que ia ficar sozinha e que este sonho ficaria adormecido. Tive que colocar na cabeça que não ficaria frustrada se não fosse mãe. Mas admito que essa é a mais pura mentira. Minha vida não seria a mesma sem essa experiência.
Este ano de 2010 completei 30 anos imersa na mais profunda tristeza, com a sensação de que não havia realizado ainda nada do que tinha me proposto até essa idade. Já estava grávida e não sabia... Perdi a conta de quantos testes de gravidez eu já fiz nessa vida e todos eles deram negativo. Era um misto de tristeza e alívio que não tem tamanho. Quando de repente, por desencargo de consciência, só para desencanar e trazer a tona a menstruação, decidi fazer mais um. Em plena segunda feira, dia 8 de novembro, horas antes de uma prova, o exame deu positivo.
Dia seguinte, laboratório, pra confirmar o resultado. Beijos, abraços e choro ali no meio da rua mesmo. O meu sonho começou a se realizar. Depois veio o ultra-som. O coração já bate forte e o bebê está a coisa mais linda desse mundo. Sim por quê depois que fez xixi no palitinho e o resultado deu positivo, o sentimento de ser mãe é algo que invade a gente e não existe mais nada nesse mundo.
Estou feliz como nunca achei que ficaria na vida. Tenho uma certeza inquieta dentro de mim dizendo que vai ficar tudo bem e que ser mãe é o que faltava na minha vida. Recentemente me invadiu ainda a sensação de que esse bebê, embora tenha sido concebido, é claro, somente por mim e pelo Rafa, é um neném coletivo que deixou todo mundo feliz: o pessoal da faculdade, pais, mães, tios, primos, famílias e amigos estão envolvidas nesta gestação.
Esta semana ainda eu começo o pré-natal, talvez faça outro ultra-som. Por mim fazia todo dia! Os nomes já estão mais que escolhidos: se for menino será Gabriel e se for menina Juliana.
Sempre quis muito ser mãe. Desde criança. Eu brincava com as outras crianças tranquilamente, mas quando aparecia uma mulher com um nenê eu ficava hipnotizada, queria chegar perto, pegar, queria cuidar a todo custo. Acho que devo ter judiado das minhas primas quando era criança...
Em uma época não muito feliz de minha vida, cheguei a achar que ia ficar sozinha e que este sonho ficaria adormecido. Tive que colocar na cabeça que não ficaria frustrada se não fosse mãe. Mas admito que essa é a mais pura mentira. Minha vida não seria a mesma sem essa experiência.
Este ano de 2010 completei 30 anos imersa na mais profunda tristeza, com a sensação de que não havia realizado ainda nada do que tinha me proposto até essa idade. Já estava grávida e não sabia... Perdi a conta de quantos testes de gravidez eu já fiz nessa vida e todos eles deram negativo. Era um misto de tristeza e alívio que não tem tamanho. Quando de repente, por desencargo de consciência, só para desencanar e trazer a tona a menstruação, decidi fazer mais um. Em plena segunda feira, dia 8 de novembro, horas antes de uma prova, o exame deu positivo.
Dia seguinte, laboratório, pra confirmar o resultado. Beijos, abraços e choro ali no meio da rua mesmo. O meu sonho começou a se realizar. Depois veio o ultra-som. O coração já bate forte e o bebê está a coisa mais linda desse mundo. Sim por quê depois que fez xixi no palitinho e o resultado deu positivo, o sentimento de ser mãe é algo que invade a gente e não existe mais nada nesse mundo.
Estou feliz como nunca achei que ficaria na vida. Tenho uma certeza inquieta dentro de mim dizendo que vai ficar tudo bem e que ser mãe é o que faltava na minha vida. Recentemente me invadiu ainda a sensação de que esse bebê, embora tenha sido concebido, é claro, somente por mim e pelo Rafa, é um neném coletivo que deixou todo mundo feliz: o pessoal da faculdade, pais, mães, tios, primos, famílias e amigos estão envolvidas nesta gestação.
Esta semana ainda eu começo o pré-natal, talvez faça outro ultra-som. Por mim fazia todo dia! Os nomes já estão mais que escolhidos: se for menino será Gabriel e se for menina Juliana.








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