terça-feira, 17 de agosto de 2010

Consciência Ambiental

Há algumas semanas escrevi uma matéria sobre alguns projetos ambientais para saber se eles estão ou não funcionando em Três Lagoas. Nunca fui muito ligada nos problemas do planeta, mas algumas propostas são bem interessantes se pensarmos bem. Outras no entanto, ainda precisam ser revistas.


Para aderir à onda da consciência ambiental, resolvi comprar uma ecobag no supermercado onde faço as compras da casa mensalmente. Custou baratinho e no primeiro dia me senti orgulhosa de tê-la usado. Só que quando voltei ao mercado, esqueci de levá-la… E depois esqueci de novo.

Por que, convenhamos, é mais simples usar sacolinha de plástico. Em casa ela tem mil e uma utilidades. Além de embalar os lixos do banheiro, da cozinha e da casa de modo geral, ainda serve para colocar as “obras de arte” que a Adora faz todos os dias pela manhã.

Por esse motivo é que eu andei coletando sacolinhas, não só no mercado, mas na padaria também.

Daí resolvi forçar a cachola e tentar usar a ecobag novamente. Foi impressionante, os pensamentos vieram como num ciclo ecológico. Uso ecobag – fico com menos sacolinha de plástico – produzo menos lixo – pra precisar de menos sacolinha. Não é o máximo?

Hoje em dia, todo e qualquer tipo de papel (do pão da padaria, da mortadela, do jornal velho, etc) é “reciclado” com as obras da Adora. Os lixos que não estão em sacolinhas de plástico, também podem entrar no papel, ou então em sacos maiores de lixo, ou ainda no plástico que envolve o pão de forma, ou veio junto com qualquer outra coisa.

Ainda continuo produzindo bastante lixo, mas a ecobag mexeu comigo de um jeito que eu gostei. Falta ainda achar um destino para os milhares de outros utensílios que também são de plástico e ajudam, mas também atrapalham a nossa vida.

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